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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Monet é Azul


A minha ideia de Impressionismo em Monet, é que ele, o Impressionismo, é todo azulzinho...Assim como eu escolhi ser.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

De cá

Da minha janela o sol se põe 
em luzidias maneiras minhas 
de acender a esperança
sempre quando estou 
de frente pro mar.

domingo, 16 de junho de 2013

Azul

Se eu pudesse
Só azul seria.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Da água do azul do amor


Eu sinto assim o silêncio: água translúcida.
Mergulho por inteiro para vestir minha alma de azul.
Calo a fala apesar de escrever pensamentos,
Marulhando-me entre as rochas da solidão.
Acordo encharcado e em paz,
Ventilo de emoção negando o que seja impossível...
Enceno ao espelho matutino
A beleza que roubo das águas.
Sou sempre manhã de manhã,
Porque trago a vida em promessas
Em correntezas matinais
De flores e poesias
Cor do amor que me habita
E tem a forma azul da água.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Floresta Azul


Eis que me tomo de mim e sigo nos interstícios da solidão.
Em cada sílaba que pronuncio reinvento cores e caminho.
Na vastidão do medo do inexistente da desilusão.

Há luz na penumbra de mim.

Eis que vago de coragem também
E dentro do azul chego a ti sempre
E te seguro de frente e amoroso
Rogando-te  a tua inspiração.

Há verde no azul de mim.

Eis que te sinto quando escreves
E esqueces do não que nos formula.
Assim: invento a floresta azul
Entre tristeza e alegria, tua mão
Acaricia minha memória, os meus cabelos.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Para o fundo

verte, brilha, segue, alma.
quando, tanto, ontem, olhos.
sentido, perdido, mínimo, mão.


Palavra é o seu caminho.
E onde você está escrito.
Sua fala redesenha sua boca
Exprimindo luminosidades
Fazendo manhãs.

Escritos de um destino
Que chega sem tempo
Para além dos períodos
Assinala as marcas dos
Amores.

unguento, tempo, trilha, corpo.
ágil, farto, doce, dente.
semente, linha, desejo, pênis.
cores, líquidos,  azuis, fundo.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Tensão do apreço'

P/ Gibran Sousa


Do jeito que se recebe poesia. Alegoria do apreço na forma do abraço e a voz, quando tão dita, a voz precisa nos fazendo imaginar. Entremeio de azul no branco, perfume cítrico, menino instante, carinho estratégico, olhar desértico, mãos sem toque, distantes; a fala como penumbra, íntima, fugaz, aquecida, simples, voraz. Linguagem semi-masculina. O homem dita madrigais que renascem outonos: chuva e frio, a perda! O riso.

Lembra a dança dos sonhos virando literatura escrita com a voz. Lá atrás: a música rememorando, ora felicidade ora tristeza ora vontade de. Paisagens mil no palco vindas da leveza sensual. Brilho nos olhos numa verdade inventada. Récita primorosa subtraindo-se em carnaval. Semi-feminina no esmero pontual de um dizer abelha-rainha. Ouve-se e vê o moço dos ombros. Balançam para fornecer mais sentido ao dito feito poesia.

Queda mão, agita o peito, faz da vida harmonia. No palco. Entrega-se no quase abraço que ainda não sabe querer. E abre a voz entre noites e manhãs: no palco. Se diz no pós-português: será branca ou azul a camisa, ou não há camisa no que se ouviu daquela voz?

No palco. Lugar de tensão. No caso de algumas récitas, tensão do apreço.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Mexicano

Meu coração que é negro
se reveste do azul de caetano veloso
camufla chagas amorosas do impossível
e se traça como o perdido,
elo entre o belo e o desprezível
meu coração é feito de mel
mexicano e fictício.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Beto Guedes - Cruzada

"Quero o abrigo do teu abraço que me incendeia"

Porque apago e me repito.
E saio sobre. os restos dos riscos que não sofri.
Vejo certeiro um riso que me magoa;
Nunca tive chance de matar...
Balança como frescor o passar do meu tempo.
Boca nua mordendo minha nuca e minha memória.
Faço silêncio para início da cruzada.
Estou acima da história e domino o vento.
Meu corpo querendo por dentro a força do outro.
A chuva aumentando a espera.
São listas e listas e listas: minha miséria.
Ouço a voz doce do cantor e
Abro-me em Primavera
Nesta cidade que só anoitece.
Deixei minhas asas na beira da praia de lá;
Meu violão quebrei e a tela que era azul
Hoje, continua linda, e só cinza.
Se muda ? Não sei
Se volta? O Deus dará.