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sábado, 24 de agosto de 2013

Sábado em mim



Aproveito-me do sábado
Mesmo de tempo chuvoso.

Sugo o verde que vejo
E rego os sonhos...

Sábado é consolo
E posso, e devo
Quero esta dança feliz.

Sábado flores que colhi
Com o pensamento,
E caminho em silêncio
Vestido de branco
Ainda que em desejos
O sagrado não sai de mim.

sábado, 27 de julho de 2013

mar sábado

e hoje é sábado: 
ei de chorar com 
a voz do mar 
em meus ouvidos.

sábado, 29 de junho de 2013

Concha da proteção


Sábado é assim, 
se possível, 
todos os instantes
olhando o mar
entre fé e fascínio.

domingo, 15 de julho de 2012

Do sábado (II)



Dizem que sábado é uma ilusão. Em mim, é frescor e nascente, fagulhas da esperança qua não posso perder. Sábado é o equilíbrio entre sexta e domingo, é vívido instante de se pensar levemente sobre a vida, comer uma boa comida, ir ao cinema, conversar com os amigos, ler poesia e, no meu caso, rezar frente ao mar da Baía de Todos os Santos.

Um pouco sagração; sempre me acalmo nos sábados e quase nunca, neste dia, me canso da vida.

Levo para onde for a maresia que me habita e se me manifesta melhor nos dias de sábado.

sábado, 19 de maio de 2012

Ornamentando meu sábado



Como tem que ser. Roupa integralmente branca.  Sorriso para a vida e a dança do querer encontrar. Do pensamento até ao centro do meu lugar. As águas. Sair para fazer. Saber desejar. É sábado e tem chuvinha do céu. Pensamento cinematográfico e narrativas do eu. Minha cor azul. Amor que restou. Vento da inspiração na gargalhada dos amigos. A emoção de estar vivo com sentido, utilidade, saúde e possibilidades de se exercer sendo. Eu amo sábado!

sábado, 24 de setembro de 2011

Dias nublados no sábado de Salvador


O céu de Salvador, nesta manhã, está nublado com muitas possibilidades de chuva. O mar da Baía aparenta calma. As ruas do Centro sujas, os prédios insatisfeitos; falta coragem aos transeuntes; um lugar piorado quando não se pode reunir para beber e conversar com amigos. A cidade está ameaçada também por muitas doenças. Falta dinheiro no sorriso amarelo dos governantes? Venta na cidade que ainda é um sonho de felicidade. Apesar da dor, há um gosto de liberdade no ar sem purificação. A cidade. Paisagem linda que nos faz, talvez, pouco exigir. E a gente vota errado, tendo só errados para votar. Êta tempo nada porrêta: mergulho em Capitães da Areia, o livro, para ensaiar o filme. Preciso de sorte, terei que descer o Elevador Lacerda. Meu Deus, o Senhor há, um prefeito com o signo da morte. Minha vida em coletividade só pode ser definida pelos Mandos do deus Futebol; meu esporte favorito é o Vólei e nasci sem valer nada.

Mas hoje é sábado que tem a cor da Fé. Insisto assim. Presumo assim e saio para a vida como num filtro de gente. Eu escolhi. Ouço música, rasgo retratos, apago poemas, recito, rezo e danço para os Orixás. Leio. E prazer. Encontro também. Cinema. Festa das Iyabás.

Oxum e Iemanjá e Nanã dançam hoje! Agradeço está vivo ainda que entre as durezas deste tempo na Cidade da Bahia. Sei que se tem de morrer. Já morri várias vezes mas a derradeira também vai doer.
Cidade de sábado, minha Bahia. Queria perfumá-la, reimaginá-la com palavras do poeta da delicadeza, transformá-la sem danificar a essência, tê-la mais negra com a cara da miss Angola 2011, trazer antigas festas e querer dentro dela e realizar nela e ser por ela... Bahia que não sai de mim. Força que orienta a palavra que faço em mim para a arte.

As águas desse meu mar em todos os santos. Axé e Amém.

sábado, 28 de maio de 2011

Hoje é sábado


"Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado. "

Mergulho de pedidos e muita contemplação. A vontade de me ver bem e estar à luz da inspiração. Para seguir o sol que chega aos lugares por mim.  Sábado é assim: dança de festa e fé, maneira de aproveitar-se só e com os amigos. Sábado é o destino de quem traz Iemanjá na cabeça. E eu vibro  da janela com os olhos no mar. E tudo pode acontecer; até ficar em casa com um livro, recriando histórias, reinventando a vida, redimensionando os sonhos, aproveitando o presente que é este dia que antecede o dia universal do tédio. Eu vou me lançar, e aqui, é sempre no hoje.

sábado, 7 de maio de 2011

Sábado de manhã

Stella Maris

Hoje é sábado e eu interrompo Nana, só um pouquinho, dentro de mim. Continuo no caminho da beleza, mas por causa de hoje, eu quero alegria. A beleza de Stella Maris, um banho de cachoeira, poemas de Karina Rabinovitz, um golinho de cerveja, aquele filme de amor gay no cinema ( em São Paulo, ainda não chegou aqui!), o inexplicável do STF - viva a União Civil! -, perfume Polo no corpo, aquele sorriso naqueles olhos tristes ( lindos!), a festa de Pinduca, o show na Concha Acústica da rainha Daniela Mercury. Eu quero vida em mim e que cesse um pouco esse medo que me atormenta. Nana é a Ialaxé - todo amor a ela que canta todo amor em nós - e está nos cinemas do Circuito Sala de Arte, imperdível.
Com toda alegria necessária para ir, ainda assim, não consigo largar A cinza das horas, dele, o meu Manuel Bandeira, entre os brasileiros, o maior de todos os tempos.
Eu não estou feliz; estou apreensivo e quase alegre. A vida tem que ser mais, apesar de tanto sábado, hoje, dentro de mim: verde e azuis, uma rosa champagne, o marulho do mar; esse mar preâmbulo e final de tantos nomes em minha memória.
Hoje, dia de Iemanjá - altiva Senhora realiza esse dia e mais por mim; seu filho lotado de fé e amor. É pra já!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Um pouco de sábado


Fé.
Movimento que azuleja meu dia.
Água marinha para eu me ter feliz.
Os olhos não se cansam.
A poesia deste dia figura
No meu nascer no lugar.
As sereias cantam e se
Me dão em peixes...
O mar é minha real morada
E leva-me aonde não posso chegar.
O mar me dá asas e sonhos,
Proteje-me o corpo
Que habita a Deusa...
Canções numa manhã
De sol chuva calor
E a brisa dançando
Um pouco de sábado em mim.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Iemanjá Rainha do Mar



Quanto nome tem a Rainha do Mar?
Quanto nome tem a Rainha do Mar?

Dandalunda, Janaína,
Marabô, Princesa de Aiocá,
Inaê, Sereia, Mucunã,
Maria, Dona Iemanjá.

Onde ela vive?
Onde ela mora?

Nas águas,
Na loca de pedra,
Num palácio encantado,
No fundo do mar.

O que ela gosta?
O que ela adora?

Perfume,
Flor, espelho e pente
Toda sorte de presente
Pra ela se enfeitar.

Como se saúda a Rainha do Mar?
Como se saúda a Rainha do Mar?

Alodê, Odofiaba,
Minha-mãe, Mãe-d'água,
Odoyá!

Qual é seu dia,
Nossa Senhora?

É dia dois de fevereiro
Quando na beira da praia
Eu vou me abençoar.

O que ela canta?
Por que ela chora?

Só canta cantiga bonita
Chora quando fica aflita
Se você chorar.

Quem é que já viu a Rainha do Mar?
Quem é que já viu a Rainha do Mar?

Pescador e marinheiro
que escuta a sereia cantar
é com o povo que é praiero
que dona Iemanjá quer se casar.

E hoje é sábado!

sábado, 27 de novembro de 2010

Norah Jones, mais som e poesia num sábado qualquer

Minha Norah

Carregando na beleza... Uma voz que me empurra às delícias que o sexo traz. Uma voz Norah no alinhamento direto com a maior, Billie Holiday. Carregando nas cores sem ter o que dizer, pois sim, agora, em mim, é sentir sentir sentir Lover Man na emissão de Norah. Carregando nas memórias e melhorando os pensamentos para este sábado, de fato, acontecer!