quarta-feira, 1 de julho de 2009

A atriz e a estrela

Emma Thompson
Julia Roberts
Não tem jeito: o cinema tem cara. Ou caras. E são elas que nos acompanham em nossa trajetória de espectadores; e algumas nos arrebatam por questões muitas vezes inexplicáveis. Muito longe de querer exprimir formas do talento, quando penso em Julia Roberts me dá uma alegria indefinível. Adoro ela na tela. Ela que é uma atriz regular. Ela que às vezes é linda, outras tão feia, mas sempre ilumina com sua presença os cinemas mundo afora. É uma estrela. Ampla dimensão atingindo nossos olhares. A Malu Mader estadunidense. Filmes com ela me atraem.Ultimamente Hollywood tem faltado com meu prazer estético.
Mas também tem, no cinema, o magnânimo talento. Revestido de beleza. Desenhado em doçura e elegância discreta. Às vezes o talento grita e nos intima a assistir filmes monótonos só para ver a arte acontecer. A arte da representação. O toque mágico de dar vida, com primor, a outros que autores, nem sempre muito inspirados, criam. Às vezes é algo shakespereano, inteiro, ocupando nossa recepção e explicando-nos sobre a grandeza de um ofício. Há quem afirme que falta nela química cinematográfica e que deve muito a Vanessa Redgrave e Meryl Strepp ( estupendas!!!)... Eu falo de Emma Thompson, atriz inglesa, que assim como Marília Pêra e Fernanda Montenegro, em talento, não deve nada a ninguém no mundo.

2 comentários:

bentocasmurro disse...

Quando vejo Emma meu coração explode. Adoro-a! E mais todas as outras citadas.
A propósito, aquela cena em que ela "chora" no banheiro do "pub" no filme "Tinha que ser você" me derrubou.
Bjs,
Xico

Marlon Marcos disse...

A mim também! A aquela tá doendo até agora. Beijos.