
Maior que a prática real da morte é o alimento utópico da vida. O aceno seguro de quem luta contra injustiças étnicas e sociais, se valoriza enquanto grupo humano, mas se apega à ideia da solidaridade entre as "raças" e se marca como um homem de profunda sabedoria a favor da vitória da coexistência entre as diferenças em relação aos desmandos torpes do "racismo" atemporal. Lembranças deste negro estadunidense que tinha um sonho e que assim dizia:
"A maior tragédia deste período de transição social não foi o estridente clamor dos maus, mas o terrível silêncio dos bons"
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