quarta-feira, 11 de março de 2009

Sobrevivendo à luz do sol


Minha cara exposta ao vento, rachando com o tempo, enfrentando o mundo, à toa, sem silêncio, gritando pela vida que se deve ter, em respeito, coletivamente nessas plagas daqui. Minha cara formulações de respostas sem perguntas; tudo muito óbvio e pouco sereno à quentura do sol preciso nos lugares inóspitos deste balneário contínuo: uma Salvador - gente - pedindo socorro por está cada vez mais atrasada e cada vez mais desumanizada e cada vez mais excludente.
Minha casa única que se veste do fogo solar: o mar de mim mesmo; eu peixe fora d'água sobrevivendo assim: à luz do sol.

Um comentário:

Rodrigo disse...

"As mais altas torres começam pelo chão."
Adoro você! Beijos.Rejane Jardim.