sexta-feira, 5 de março de 2010

Filme gay dirigido por Tom Ford chega aos cinemas nesta sexta


Retirado do Mixbrasil ( Uol)
Por Irving Alves
O que fazer quando o amor da sua vida está ao seu lado em um instante, e no outro, por um trágico capricho do destino, não passa de uma lembrança? É isso o que o personagem George, vivido brilhantemente por Colin Firth no filme "Direito de Amar" ("A Single Man", no original), tenta descobrir. Diante da morte daquele que foi seu companheiro por 16 anos, o professor pena para manter-se interessado na própria vida e no que ela ainda o reserva. Isso nos anos 1960, quando o amor gay, ainda mais que hoje, era aquele que não ousava dizer o nome. Nessa cruzada, ele conta com o braço amigo da personagem de Julianne Moore. Os dois tiveram um casinho no passado e a ela, divorciada e abandonada pelo filho, também se apega ao professor por ver nele uma possibilidade de futuro.E quando George parece ter se convencido de que viver não é lá essas coisas, um aluno jovem, lindo e ávido por descobrir os mistérios da vida surge em seu caminho. A tensão sexual entre os dois é mais que perceptível, mas traduz-se em uma admiração mútua. E quando tudo parece voltar aos eixos, o destino, implacável, apronta mais uma das suas.A trama é densa, mas não chega a ficar carregada graças às pílulas de humor que aparecem aqui e ali, inclusive em momentos improváveis. O senso estético do estilista-e-agora-diretor Tom Ford fica claro na fotografia, iluminação e na escolha dos belos jovens que mexem com a cabeça do protagonista. "Direito de Amar" estreia nesta sexta, 05, em salas de cinema de todo o Brasil.

Um comentário:

bentocasmurro disse...

Assisti, mas não gostei muito. Vale por Colin Firth, que adoro!Abs, Xico.